Para precificar um procedimento de harmonização, você soma tudo o que ele gasta de verdade, o produto, o tempo que ele ocupa a sua cadeira, o imposto e a taxa da maquininha, e coloca a sua margem de lucro em cima. Fazer essa conta à mão é chato e fácil de errar. No Simplu, o Assistente de precificação faz tudo sozinho e já te mostra o preço certo.

Deixa eu adivinhar como funciona hoje. Ou você abre o Instagram da clínica vizinha para ver quanto ela cobra, ou pega o preço do material e multiplica por três. Os dois jeitos têm o mesmo furo: um olha para o lado, o outro olha só para o produto, e nenhum olha para o que a sua clínica gasta para existir.

Por que multiplicar o material por três engana?

Pensa em um restaurante que decide o preço do prato olhando só para o preço da carne. Ele esquece o gás do fogão, o salário do cozinheiro, o aluguel do salão. No fim do mês, vende prato o dia inteiro e não sobra nada, porque o preço nunca pagou a cozinha inteira.

A regra de multiplicar o material por três faz igualzinho. Ela olha só para o produto que entrou na paciente e finge que o resto não existe. Só que o produto costuma ser a parte pequena da conta. O que pesa é a estrutura: o aluguel, a luz, a recepção, o software. Tudo isso corre todo mês, com a cadeira cheia ou vazia.

A sua clínica é como um táxi parado no sinal

Tem um número que quase nenhuma doutora calcula, e é ele que muda tudo: quanto custa uma hora da sua clínica.

Pensa na sua sala como um táxi. O taxímetro corre mesmo com o carro parado no sinal. A sua clínica é igual: cada hora com a porta aberta custa dinheiro, com paciente na cadeira ou sem ninguém. O aluguel, a equipe, a luz, tudo isso é o taxímetro rodando o tempo todo.

Para achar esse custo, você pega tudo o que a clínica gasta para ficar de pé no mês e divide pelas horas em que ela fica aberta para atender. Pronto, esse é o custo de uma hora da sua cadeira. Cada procedimento ocupa a cadeira por um tempo, e esse tempo tem preço, mesmo que você nunca tenha cobrado por ele.

Parece conta de outro mundo, e é por isso que quase ninguém faz. Aqui está o pulo do gato: no Simplu você não calcula nada disso. Ele pega as suas despesas lá do financeiro, faz a divisão sozinho e já sabe quanto custa cada hora da sua cadeira. O produto ele também já conhece, porque puxa o custo direto do estoque. Mudou o preço da ampola, mudou a conta, sem você digitar nada.

Produto + tempo de cadeira + impostos e taxas + comissão + a sua margem = o preço certo
São muitas contas para cada procedimento. O Assistente de precificação do Simplu faz todas sozinho e já entrega o preço pronto.

A sua expertise não é enfeite

Somando o produto, o tempo de cadeira, o imposto e a taxa, você chega no chão do preço: quanto aquele procedimento custou. Cobrar abaixo do chão é pagar para atender. Em cima do chão vem a parte que é só sua: os anos que você estudou para colocar o produto no lugar certo, e o risco de responder por um rosto. Essa é a sua margem de lucro, e é o motivo de a paciente escolher você e não a farmácia da esquina.

O Assistente de precificação faz a conta por você

Junte tudo: produto, tempo de cadeira, imposto, taxa, comissão e a sua margem. São seis contas para cada procedimento, e elas mudam toda vez que o aluguel sobe ou o produto fica mais caro. Ninguém tem fôlego para refazer isso à mão todo mês, e é aí que o preço volta para o chute.

No Simplu, o Assistente de precificação inteligente faz essa conta inteira sozinho. Você cadastra o procedimento e diz quanto quer de lucro, digamos trinta por cento. Ele soma todos os custos e te entrega o preço que bate essa meta. Você não precisa quebrar a cabeça com nada, está tudo lá, pronto.

E ele não te deixa no escuro. Do lado de cada procedimento tem uma luz, igual à de um semáforo: verde quando o lucro está acima da meta, amarelo quando está no limite, vermelho quando está abaixo. Bateu o vermelho, o Simplu te avisa que aquele procedimento precisa de um ajuste, antes de ele virar prejuízo escondido.

E o seu lucro você acompanha em tempo real, procedimento por procedimento, sem precisar esperar o fim do mês e abrir planilha para descobrir se sobrou.

Preço bom não é o que o vizinho cobra. É o que a sua conta aguenta e o que o seu trabalho vale.

No fim, cobrar certo não é dom nem sorte, é uma conta. A diferença entre adivinhar e saber é ter quem faça essa conta por você, toda vez, sem esquecer nenhum custo.